30:MIN

#207 – Nós, Professores

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Sejam bem-vindos, leitores e leitoras ao 30:MIN, sua meia hora alucinógena de literatura. Nesta ediçãoVilto Reis,Cecília Garcia Marcon e Jefferson Figueiredo vão discutir seu trabalho como Professores além da a Educação Brasileira através das décadas.

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Sobre a RUSGA – Cursos Para Escritores

Nenhum meio de comunicação foi tão amigo da literatura como a internet. Graças a ela, milhões de entusiastas desta arte milenar podem se conectar, sejam leitores ou escritores. Mas uma coisa não mudou. Quem deseja aprender a escrever, precisa trilhar seu próprio caminho de desenvolvimento, encontrar sua própria voz. E neste processo, contar com uma ajuda faz bem.

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Comments (2)

  1. Oi, gente. Acabei de conhecer o 33:MIN e tô adorando. Parabéns pelo trabalho e espero vir aqui interagir mais vezes!
    Quero comentar duas questões das falas de vocês: a primeira, sobre o trabalho nas editoras. Sou editora de material didáticoehá 3 anos. Não consigo conceber o trabalho de um editor ou revisor de livros literários, que acho que foi o foco do comentário de vocês. Deve ser muito dificil lidar com os egos (de um Paulo Coelho, por exemplo) de um lado e o poder criativo (de um Guimarães Rosa, por exemplo) de outro. Como editar textos dessa galera???? Inclusive, fica a sugestão do filme Mestre dos mestres e do livro História do Cerco de Lisboa sobre essa questão. Mas trabalhar com material didático tem sido desafiador e gratificante. Aqui no Ceará, e no NE de modo geral, o mercado editorial é muito tímido, tanto que eu nem sabia que ele existia até dar de cara com uma editora. Me formei em licenciatura e ainda sonho em voltar pra sala de aula, da qual me afastei depois de trabalhar por 1 ano sob a promessa de assinarem minha CLT. É triste o lugar à sombra relegado aos educadores. Mas a produção de material didático é riquíssima, me permite ter liberdade criativa e, o melhor, é uma produção permeada por todas as questões do ensino. Essa semana mesmo estava pesquisando sobre o maravilhoso Henry Wallon. Claro que nem tudo são flores… Enfim, não sei se já fizeram, mas deixo a dica de fazerem um episódio sobre isso.
    Outro ponto que quero comentar é sobre a BNCC. Concordo que é difícil, no país multicultural em que vivemos, conceber uma unificação de conteúdo de Norte a Sul, principammente porque o mito da democracia racial e a valorização de uma “cultura nacional” já calou muita expressão cultural de comunidades fora do spotlight das novelas. Um exemplo simples e da minha realidade: entre os filmes nacionais de maior bilheteria, quantos são sobre o NE? E desses, quais não são de comédia? Por outro lado, acho que o documento supre uma carência que penso como “vertical” do ensino. As escolas particulares têm como focar o aprendizado no conteúdo, e “subir a barra” do que seria uma educação nacional. Mas isso não tira o Brasil da rabada dos medidores internacionais nem muda os dados que vocês citaram no início do programa, porque só reforça a desigualdade social em que vivemos. Então, surge a pergunta: certo, temos poucos educados formalmente, mas são bem educados? Atualmente, nossa preocupação na editora onde trabalho tem sido cortar conteúdo dos nossos materiais e, principalmente, mudar o foco, tornando tudo aquilo que aparece nos livros didáticos mais palpável, palatável e significativo pro aluno. Particularmente, acho que a Base supre duas frentes: garante uma educação mais humana e integral pro aluno de escola particular que estava acostumado a engolir conteúdo e diminui a discrepância entre o nível de aprofundamento dos conteúdos nas escolas particulares e públicas. Agora, claro que há outras ações a serem desenvolvidas no processo… Mas admito que sou um pouco partidária da Base.
    Abraço a todos e tudo de bom.

  2. Muito interessante o comentário da Ceci sobre o fato de os alunos não serem obrigados a gostar de literatura, mas sim a saber ler textos. Claro que o gosto pela leitura deve ser incentivado, mas é preciso respeitar o tempo e as preferências do jovem.
    O espaço da sala de aula é muito rico: aprende-se muito, mas sofre-se muito também. Sou professora de curso, dou aula para adultos, então sou bastante privilegiada com turmas pequenas, tecnologia em sala, etc. Tenho grande resistência a trabalhar em escola justamente por saber das condições desafavoráveis, do público desinteressado, da desvalorização do profissional. Cogito a universidade, mas não sei se aguento trabalhar em uma escola. Admiro muito quem se esforça para fazer um bom trabalho, com todo o desestímulo que temos para o magistério.
    Parabéns, meninos, e obrigada por compartilharem suas experiências conosco!

    Abs!

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