Desafio Ex Machina

EP1 – Universo Macro

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E aí pessoal, tudo bem? E se toda a energia da terra acabasse de uma hora para outra? E se pudéssemos vender memórias que não gostamos? E se a ressurreição fosse um fato e nós nos matássemos para nos livrar de dívidas?

Neste primeiro episódio do “Desafio Ex Machina” AJ Oliveira e Jana Bianchi contam com a presença de Lucas Ferraz (Sobrescrever e Perdidos na Estante) e Marcelo Zaniolo (Autor de “O Templo dos Ventos”) para dar início a um enredo baseado em um dos “E se’s” propostos acima.

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Universo Macro Desafio Ex Machina

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Comments (13)

  1. E se em um bar você encontrasse um jeito melhor do que o álcool para se esquecer de seus problemas? Pensei também em um cartomante (algo to tipo “apago pessoa amada em até três horas”), mais aí seria mais um personagem do que um espaço… só se for em um circo…

    Ficou maravilhoso o programa, foi um espancamento de criatividade. Sensacional a ideia de fazer um negócio assim. ‘Tão de parabéns. Que Mnemósine os guiem no próximo episódio com tantas ideias para lembrar hahaha

    1. Ambas as ideias são muito boas, man! Da pra pensar em mil e uma coisas a partir de ambas!

      Muito obrigado pelo comentário! =)

  2. E se o lugar físico desse mercado negro ( onde a memórias são vendidas/compradas) fossem em alas secretas de museus ? Pois existem museus de vários tipos, históricos, militares, de artes, etc. Assim em cada tipo de museu podia ser negociado em um tipo de memória ( quem quer uma memória de ação vai em um de museu de guerra ou quem queria ter vivido outra época vai a um histórico).
    E claro, se o foco forem “memórias ruins”, poderiam haver pessoas extremas que, no submundo dos museus, iriam, por exemplo a museus sobre serial killers onde seriam vendidas memórias de assassinos para quem quer satisfazer sua sede de sangue e estupros. Museus da Ditadura onde poderiam se rememorar como torturadores em presos políticos. Assim seria explorado pelas “memórias ruins” como o ser humano pode ser sórdido. Lugares como Hiroshima e Auschwitz, inclusive, poderiam ser onde as memórias mais pesadas são vendidas.
    Para algumas pessoas, memórias ruins são boas.

    1. Muito obrigado pelo comentário, Ton! Esse “E se” vai pro episódio 😉

      Forte abraço! =D

  3. E se as memórias fossem negociadas em estúdios de tatuagem ? Pois além de serem lugares, em certos aspectos, undergrounds e alternativos, assim como tatuagens, memórias são marcas que ficam para sempre em nós (não é atoa que certas pessoas tatuam lembranças da vida). Além disso, tatuagens são desenhos (arte) e são adaptadas para cada um, logo é preciso de um “artista de memórias” ou um “modelador de memórias” para fixa-las a modo do cliente ou modificadas para ele. (não que as memórias se manifeste fisicamente como desenhos, é claro).

    1. Muito obrigado pelo comentário, Ton! Esse “E se” vai pro episódio 😉

      Forte abraço! =D
      Valeu pelo comentário, Ton!

      Eu gosto da ideia de estúdio de Tatuagem, mas não sei se ela bate muito bem com o tema de memórias. Provavelmente se o Macro fosse calcado em um elemento mais visual a proposta batesse!

      De qualquer forma, Muito obrigado ! ^^

  4. E se a memórias fossem negociadas em manicômios? Lá as alucinações dos pacientes poderiam ser vendidas para pessoas que querem sentir esse “barato”, essa “viagem” e em troca o paciente fica mais “curado”. Além disso, muitos loucos lá pode estar nessa condição por terem vendido lembranças demais. Ou seja, no submundo dos manicômios, você não via “tratar” de um trauma, você vai vende-lo. Você não trata sua “fuga da realidade”, você a vende. Mas com isso vai ficando , por dentro, “oco” e por fora, “louco”.

  5. E se memórias fosse negociadas em empresas de criação de conteúdo ? Pensem bem: Se a criatividade, além de um pouco de inspiração, é feita de background, estudo e nossa visão de mundo, logo memórias cobrem os últimos 3 pontos. Uma “memória ruim” faz mal para uma pessoa, mas para um escritor pode ser a fagulha para um best-seller, Para um cantor, um grande hit. Para um cineastra, tal memória o levaria a um Oscar. Até mesmo para um publicitário, uma memoria ruim (ou até boa) pode ser útil.
    Assim, secretamente, editoras, agencias de publicidade, estúdios de cinema, gravadoras e outras empresas do ramo mineram neste submundo memórias como combustível para criar conteúdo artístico.
    Lembranças são as raízes dos sentimentos.
    Sentimentos são as raízes das artes

    1. Se parece muito com o “e se” que eu iria propor, então, pra completar: “e se” nesse universo houvesse a prova de que o aprendizado via erro pudesse ser simulado pela simples aquisição de memórias ruins, e, pra completar, isso tornasse as pessoas mais criativas. Sua criatividade poderia ser “potencial genético” + “numero de memórias ruins”, então o pessoal de empresas de mídia, programadores, engenheiros, roteiristas, artistas… qq um que dependa de criatividade para manter a sua profissão correria atrás de memórias ruins para garantir a sua empregabilidade.

  6. E se uma pessoa pudesse comprar memórias negativas e depressivas para se inspirar a compor melhor suas músicas? Por exemplo, um jovem classe média que decide ser rapper, mas sem ter sofrido nada que os rappers sofrem em geral.
    Ou talvez uma pessoa que simplesmente quisesse entrar para o mercado de músicas depressivas, e para isso precisaria não apenas de ouvir histórias, mas vivê-las, ou lembrar delas. No caso, com memórias depressivas compradas.

    Adorei o podcast e estou no aguardo do próximo episódio!

    1. Eu peguei o cerne do que você quis propor! Só faltou ressaltar o Tempo e Espaço man 😉

      Fica a dica pra próxima!

      Muito obrigado pelo comentário! =D

  7. Gente, adorei a proposta do podcast!
    Parabéns, vocês são muito criativos!
    Continuo acompanhando.

    Abs!

    1. Muito obrigado, Nicole! =)

      O próximo episódio também vai ser bem bacana, dando continuidade a história e tal. Espero que continue acompanhando!

      Valeu pelo comentário!
      Forte abraço!

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